Série D: Time paulista senta no chão em protesto à CBF e salários atrasados

Azulão ainda teve o apoio dos jogadores do Novorizontino que cruzaram os braços

por Agência Futebol Interior

São Caetano do Sul, SP, 28 (AFI) - Os jogadores do São Caetano voltaram a protestar contra os salários atrasados - já são quatro meses sem receber - e a tirania da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que obrigou o time paulista a entrar em campo na rodada passada mesmo com surto de Covid-19 e só 12 jogadores disponíveis.

Na noite desta quarta-feira, os jogadores do São Caetano, após apito inicial do árbitro paulista Salim Fende Chavez, sentaram em campo e ainda tiveram o apoio dos jogadores do Novoriozntino que cruzaram os braços.

Protesto contra a CBF. (Foto: Reprodução)
Protesto contra a CBF. (Foto: Reprodução)

Após um tempo em protesto, o jogo, válido pela quinta rodada do Grupo 8, finalmente começou. Essa partida está sendo realizada só agora porque, na época da rodada, o Azulão estava envolvido na final do Campeonato Paulista da Série A2 - o time do ABC obteve o acesso e ainda foi campeão.

LEMBRA?

No sábado, o São Caetano foi obrigado a entrar em campo e apanhou de 9 a 0 do Pelotas, a maior goleada da história da Série D. O Azulão teve surto de Covid-19. A CBF, porém, mandou o time paulista a entrar em campo.

O São Caetano jogou com 12 jogadores ao todo, sendo que, entre os 11 titulares, um estava se recuperando de lesão, e o jogador do banco de reservas era goleiro, mas teve que atuar na linha. Dos 12 jogadores que foram a campo no 9 a 0, apenas o goleiro Caio, o zagueiro Matheus Santos, o meia Thiago Potiguar e o atacante Filipe atuaram como titulares contra o Novorizontino.